Análise de Interface: Guitar Hero III

Sou suspeito para fazer certos trabalhos acadêmicos, ainda mais se o assunto me deixar um pouco fascinado, música e games são exemplos. Continuando com a linha dos trabalhos mais divertidos da pós-graduação, outro que realizei junto com o Rodrigo Neiva na matéria Projetos em Ambientes MultimÃdia, foi a análise da interface multimÃdia do Guitar Hero III. A parte mais divertida do trabalho, sem dúvida foi a "jogatinha" na qual me encontrei para realizar o mesmo, o resultado você confere abaixo.
Estrutura do trabalho
Guitar Hero é um jogo que apresenta um controlador em forma de guitarra utilizado para simular a reprodução de uma música do gênero rock’n’roll. O jogo consiste no jogador pressionar os botões do controlador, de acordo em que as notas musicais aparecem na hora em que o deslocamento do ecrã exibe a cor do botão a ser pressionada. Para análise da interface, foi escolhida a música Bulls On Parade da banda Rage Against the Machine, na qual foi feita a análise nos nÃveis, fácil, médio, difÃcil e expert.
Facilidade de aprendizagem
Em cada dificuldade da música, o aprendizado é diferente, uma vez que cada nÃvel é definido pelo número de botões que o usuário terá que pressionar e pela rapidez que a música apresenta de acordo com cada dificuldade. No modo fácil, o usuário tem como escolha a opção dos três primeiros botões do controlador, no nÃvel médio a jogabilidade é dada por quatro botões e nos nÃveis difÃcil e expert pelos cinco botões do controlador. Isso torna o jogo adaptável de acordo com o grau de destreza do usuário.
Eficiência no uso
Assim como na facilidade de aprendizado, a eficiência no uso também possui seus parâmetros de acordo com cada nÃvel de dificuldade. Entretanto a interface apresenta dificuldade no manuseio e controle do jogo até obter uma prática maior no mesmo. Em todos os nÃveis é necessário acostumar com a interface para obter um bom resultado no jogo.
Memorabilidade
Se tratando de uma interface bem dinâmica, na qual as notas musicais do ecrã são exibidas de forma não contÃnua, aleatória para cada tipo de dificuldade, fica quase impossÃvel o conceito de memorabilidade se enquadrar a tal interface. Mesmo com a análise de uma única música do jogo, jogando durante vários dias, a memorização não é possÃvel.
Minimização de erros
Durante o jogo, a possibilidade de se errar é grande, cada nota para ser reproduzido, o botão de o controlador dever ser pressionado no exato momento em que o ponteiro passar pela nota musical no ecrã. A rapidez e o dinamismo que a música possui devido às suas variações sonoras, contribuem para que o usuário tenha mais erros, caso o mesmo não possuir destreza e familiaridade com a interface.
Satisfação dos usuários
Guitar Hero além de ser um jogo hiper divertido, com uma inteface gráfica bem atraente, sua usabilidade não é de toda complicada, ao mesmo tempo em que também não é de facilidade imediata. A satisfação é garantida por se tratar de um ambiente voltado para o entretenimento, o game proporciona interatividade e disputa entre múltiplos jogadores.
Para não passar em branco, vale a pena ver um vÃdeo desses viciadinhos em Guitar Hero que encontrarmos pelo YouTube, jogando Bulls On Parade no modo expert e pontuando 100%. Um dia eu chego lá!
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Esse jogo é ótimo realmente! Mas eu só fico no microfone mesmo, assim passo menos vergonha! kkkk.. Muito legal o texto, gostei bastante! beijos!
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